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Divulgado resultado final do Prêmio MPT na Escola

Campinas - A Coordenadoria Nacional de Combate à Exploração do Trabalho de Crianças e Adolescentes do MPT (Coordinfância) divulgou, nesta terça-feira (6/11), o resultado final do Prêmio MPT na Escola 2018. Foram selecionados os melhores trabalhos entre os vencedores das etapas estaduais. Participaram da disputa alunos de Ensino Fundamental de 386 municípios de 11 estados e do Distrito Federal. Os estudantes concorreram em 6 categorias – melhores contos, curtas-metragens, esquetes teatrais, músicas, desenhos e poesias sobre o combate ao trabalho infantil – divididos em dois grupos – o primeiro, para alunos de 4º e 5º ano e o segundo, para 6º e 7º ano. 

Os alunos da Escola Municipal Coronel Amâncio Bueno, de Jaguariúna, ganharam em primeiro lugar na categoria esquete teatral, com o trabalho “Trabalho Infantil no Trânsito”. É também daquela cidade a segunda colocada na categoria desenho: a estudante Pâmela Juliano, da E.M. Professor Mário Bergamasco. A aluna Yasmin Camille Aranha, da EMEB Professora Raquel dos Anjos Marcelino, de Leme, também ficou em segundo lugar, dessa vez na categoria conto, com o trabalho “A Infância Perdida”.

Um grupo de alunos do 5º ano da E.M. Eva Condula Hauer Vallejo, de Atibaia, obteve a segunda colocação na categoria música, com o trabalho “Lá na Roça”; e outras duas escolas do interior de São Paulo alcançaram o terceiro lugar na categoria poesia: a EMEF Professora Maria Conceição Pires do Rio, de Aparecida, com o trabalho “Santo Trabalho na Cidade da Mãe”, da aluna Ana Lívia de Castro Ferreira Coelho (grupo 5º e 6º ano), e a EMEB Professor Erotides de Campos, de Charqueada, com o trabalho “Eu Quero uma Infância Digna”, de Bianca Marchesin Schiner (grupo de 6º e 7º ano).

A cerimônia de premiação está marcada para 28 de novembro, na Procuradoria-geral do MPT, em Brasília.

Sobre o projeto - O MPT na Escola é um projeto criado pela Coordifância para incentivar o entendimento de pais e alunos da rede pública de ensino acerca da proibição do trabalho de crianças e adolescentes, e torná-los replicadores da causa. Para isso, o envolvimento da escola, por meio de sua diretoria e de seu corpo docente, mostra-se essencial na transmissão da mensagem, sempre apoiados por treinamentos e material didático desenvolvidos especialmente para este fim, fornecidos pelo MPT.

Nas escolas, os educadores apresentam o conceito de trabalho infantil, as formas de proibição e as normas protetivas da criança e do adolescente. Os alunos também aprendem que é proibido o trabalho antes dos 16 anos fora do sistema de aprendizagem, o trabalho noturno, insalubre, perigoso e aqueles contidos no decreto federal nº 6.481/08, que lista as piores formas de trabalho infantil. O conhecimento adquirido é transmitido pelas crianças e adolescentes por meio de trabalhos culturais. Os melhores são premiados em etapas regionais e nacionais.

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